ZIG Festival 2026: Terceira Edição Reúne Mais de 50 Atrações no Rio e em São Paulo
🎭 Cultura

ZIG Festival 2026: Terceira Edição Reúne Mais de 50 Atrações no Rio e em São Paulo

O festival dedicado à cena eletrônica indie e ao pop alternativo acontece em 9 de outubro na Fundição Progresso, no Rio, e em 10 de outubro em um novo local em São Paulo, com Slayyyter como headliner.

Editor

Um Festival Que Cresceu Rápido

O ZIG Festival chega à sua terceira edição nesta semana, com apresentações em duas capitais. No Rio de Janeiro, o evento acontece nesta sexta-feira, 9 de outubro, na Fundição Progresso, no Centro da cidade, com início previsto para as 22h. Em São Paulo, a festa se repete no dia seguinte, 10 de outubro, em um novo endereço: o complexo Pavilhão + Audio, na Avenida Francisco Matarazzo.

O festival se define pela proposta de reunir o que chama de melhor da cena eletrônica indie e do pop alternativo internacional, misturando nomes consagrados do pop global com artistas emergentes da cena brasileira. A curadoria tem como marca registrada o cruzamento entre gêneros como R&B, hyperpop e música dançante, buscando um público que acompanha tanto a cena pop internacional quanto a produção independente brasileira — um recorte de público que, segundo a própria organização, vem crescendo a cada nova edição do festival.

Slayyyter no Topo do Line-up

A cantora pop norte-americana Slayyyter é a headliner anunciada para as duas datas do festival. Ela se apresenta ao lado de outros nomes internacionais ligados à cena eletrônica e ao pop alternativo, como Rochelle Jordan, Inji, o duo Haute & Freddy e Only Fire — todos confirmados tanto para a data do Rio quanto para a de São Paulo, segundo o line-up oficial divulgado pela organização.

São Paulo Ganha a Versão Ampliada

Enquanto a data do Rio de Janeiro reúne um line-up mais compacto, a edição de São Paulo chega com a maior programação da história do festival: mais de 50 atrações nacionais e internacionais, somando artistas da música eletrônica, pop, DJs e performers.

Entre os nomes brasileiros confirmados para São Paulo estão:

  • Karol Conká, em encontro especial com o projeto Clementaum
  • Linn da Quebrada, dividindo o palco com o grupo Cyberkills
  • Katy da Voz e As Abusadas
  • Getúlio Abelha e Vita

A programação soma ainda uma lista extensa de DJs e artistas da cena independente brasileira, incluindo Ana Mary B, Chernobruno, Fuso, Frimes, Icona Pink, Kenedy Dias, Machado, Mateus Medeiros, Macinni, Nabarro, Rafa Maia, Rodney, Samü, Säfira, Seabra, Spencer Q e Wândalo, além de performances artísticas assinadas por nomes como Aru, Avante, Heyleeo e Jezebel.

A edição paulista também recebe nomes internacionais que não constam no line-up carioca, como Chase Icon, Bayli e Namasenda, reforçando a diferença de porte entre as duas datas — enquanto o Rio funciona como uma versão mais concentrada do festival, São Paulo recebe a programação completa, no que a organização descreve como o maior line-up já reunido pelo ZIG Festival em suas três edições.

Ingressos e Acesso

Para a data do Rio de Janeiro, os ingressos do primeiro lote foram comercializados a partir de R$ 120, com valores sujeitos a variação conforme o lote e as taxas de cada plataforma de venda. A organização também confirmou uma after-party em 11 de outubro, no espaço batizado de ZIGstudio, encerrando o fim de semana de programação.

Por Que Vale Acompanhar

O crescimento do ZIG Festival entre sua primeira e sua terceira edição — culminando em uma mudança para um local maior em São Paulo e um line-up que passa de 50 atrações — é um indício de como a cena de música eletrônica e pop alternativo brasileira vem conquistando espaço fora dos grandes festivais generalistas do calendário nacional. A escolha de misturar um nome pop internacional consolidado, como Slayyyter, com artistas centrais da cena de música preta e periférica brasileira, caso de Karol Conká e Linn da Quebrada, também sinaliza uma aposta de curadoria que tenta equilibrar apelo comercial internacional com relevância local. Para o público que acompanha de perto a cena eletrônica independente, o fim de semana de 9 e 10 de outubro funciona como um termômetro de quanto esse tipo de festival já consegue preencher casas maiores no Brasil.