Autora: Nina Rodriguez
Neste último sábado fiz um Evento particular com meu querido amigo e grande profissional Beto Ferreira. O tema da festa era anos 80 e nada mais justo, do que termos uma carta de drinks bem ao estilo da época new age!
Beto caprichou no Belini, Mojito,Cuba Libre, mas a surpresa da noite foi o Pisco Sour! Não tão famoso quanto seus companheiros de época, o pisco passara esquecido pra muita gente, que não sabe quase nada a respeito do destilado.
Sua origem é peruana, mas também é produzido na Argentina e raramente no Chile. Os peruanos o denominam como aguardante, pois é feito de variedades de uva, e seu mosto é a matéria-prima para a fermentação da bebida. Desde meados do século XVI, os espanhóis começaram a utilizar o Pisco quando os monges da costa intensificaram a produção do aguardente de uva peruano, produto que rápidamente se converteu numa bebida popular por suas características muito particulares como o fato de ser incolor e de ter um alto grau alcóolico.
Uma outra variedade de Pisco produzida no Chile, possue componentes e grau alcóolico édiferente, não correspondendo à qualidade do pisco produzido no Peru. A grande diferença fica por quanto dos tipos de uva utilizadas na matéria-prima, o que reflete na qualidade final do produto.
O pisco do Peru as variedades de uvas utilizadas são as denominadas Quebranta, Uvina, Mollar e Negra para os piscos “não aromáticos”, enquanto que Albilla, Itália, Moscatel e Torontel são para os piscos “aromáticos”.
No exemplo do pisco chileno, a uva usada é a moscatel, em variedades diversas.
Para homenagear esse drink tão consumido na nossa festa e esquecido por muitos admiradores dos clássicos, aqui vai a receita do Pisco Sour:

Ingredientes
60 ml de pisco
30ml de suco de limão
1colher de açúcar de clara de ovo
1 gota de Angustura Bitter
Bata todos os ingredientes em uma coqueteleira com muito gelo e transfira para uma taça Martini.
Provem, tenho certeza que vocês não vão se arrepender!



















